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Caminhos escolares: análise de políticas públicas para uma mobilidade segura na infância

Autores

Braga, Nayara Sampaio

Ano

2022

Locais das vias de estudo

Brasil

Tipo de publicação

Mestrado

Órgão da produção

UNB (Universidade de Brasília)

Palavras-chave

Mobilidade ativa; Mobilidade infantil; Transporte escolar; Segurança de trânsito

Tipo de via

Urbana/Rodovias

Escopo das vias do estudo (tipo de via, km, limite de velocidade)

Brasil / Baseado em diferentes localidades

Resumo/Abstract

Esse é um estudo sobre a criança em seu caminho diário para a escola por meios de transporte motorizados ou não. Buscou-se indicar possíveis lacunas e potencialidades nas políticas públicas nacionais quanto à segurança de crianças no trânsito a caminho da escola a partir de análise fundamentada em uma abordagem sistêmica de segurança viária e na comparação com programas internacionais de caminhos escolares seguros. A partir de pesquisa bibliográfica e documental, foi possível analisar o contexto da mobilidade a caminho da escola no país, identificando a prevalência de modos ativos de transporte e elevados índices de sinistralidade com crianças pedestres, ocupantes de motocicletas e automóveis, além da existência de diversas iniciativas e políticas públicas que influenciam a mobilidade infantil, mas sem haver no contexto nacional uma atuação integrada e coordenada. O estudo de casos múltiplos de programas internacionais de caminhos escolares seguros permitiu a análise de boas práticas e extração de importantes modelos. Ao final, foi possível apontar diretrizes para uma política pública nacional de caminhos escolares seguros, estruturadas em três categorias: gestão, diagnóstico e medidas de segurança viária.

Resultados/Conclusões

Diferentes fatores que afetam a mobilidade infantil segura a caminho da escola foram levantados por meio de revisão de literatura e apresentados no Capítulo 2 – A Criança. Destacase a própria criança – suas características funcionais e físicas que afetam a forma como ela interage com o tráfego e a coloca em situação de maior risco no trânsito, razão pela qual é considerada usuária vulnerável. Esta constatação aponta para a necessidade de reconhecimento das limitações infantis em lidar com o tráfego e, consequentemente, da adaptação do sistema de trânsito a estas limitações para que as crianças possam participar do trânsito, explorar toda sorte de recursos e elementos do ambiente urbano, interagir com as pessoas, criar vínculos com o lugar em que vivem, vivenciando o espaço público de forma segura.

Comentários sobre o conteúdo (variáveis analisadas na avaliação de impacto, amostra/tipo de via, aspectos metodológicos e/ou conclusões

Cita que a velocidade influencia tanto a frequência quanto a severidade das colisões.